ƒ r ø η z α says:
sou eu joia o allyson
Just me says:
ahhhhhhhhhhhhhhhh
Just me says:
fiquei sem reacao qdo te vi na webcam
ƒ r ø η z α says:
te amo tanto sabia
Just me says:
e eu entao?
ƒ r ø η z says:
qdo vc me ligou no meu niver eu ate chorei sabia????
Just me says:
ahhh eu percebi
Just me says:
eu tb chorei
ƒ r ø η z α says:
hummm
ƒ r ø η z α says:
chorou nada
Just me says:
precisamos nos falar mais
ƒ r ø η z α says:
precisamos
Just me says:
chorei sim
ƒ r ø η z α says:
eu vejo um montão de fotos suas q vc deixou no seu mp3
Just me says:
eu n esqueco vc 1 dia
ƒ r ø η z says:
me da um negócio....
ƒ r ø η z α says:
achei até uma montagem q vc fez do eric
Just me says:
saudades de tudo
Just me says:
so queria q o tempo voltasse
Just me says:
curtiria vcs bem mais
ƒ r ø η z α says:
eu quero q ele passe depressa pra vc voltar logo
Just me says:
quero q vc venha
ƒ r ø η z says:
wow
ƒ r ø η z α says:
agora vou dormir meu anjo
Just me says:
vai la
ƒ r ø η z says:
em breve a gente se fala mais ta bom
Just me says:
promete?
ƒ r ø η z α says:
prometo...
ƒ r ø η z says:
prometo meeesmo
Just me says:
eu te amo muito
ƒ r ø η z α says:
eu tb
ƒ r ø η z α says:
demais da conta
Just me says:
inte doi
ƒ r ø η z α says:
bjos e uma boa noite pra vc ai....
eu nao consigo entender como eu amo tanto esse guri.... primo, irmao, amigo... paixao... nao conseguia fechar a janela sem salvar um trecho ao menos
a minha napa linda, meu joinha, meu noinha... No Reason
quarta-feira, 24 de dezembro de 2008
here I am ...
drunk again at 3 a.m. at the end of my 2nd bottleof wine, I have typed from a dozen to 15 pages ofpoesyan old manmaddened for the flesh of young girls in thisdwindling twilightliver gonekidneys goingpancrea poopedtop-floor blood pressure
while all the fear of the wasted yearslaughs between my toesno woman will live with meno Florence Nightingale to watch the Johnny Carson show with
if I have a stroke I will lay here for sixdays, my three cats hungrily ripping the flesh from my elbows, wrists, head
the radio playing classical music ...
I promised myself never to write old man poems but this one's funny, you see, excusable, be-cause I've long gone past using myself and there's still more left
here at 3 a.m. I am going to take this sheet from the typer
pour another glass and insert
make love to the fresh new whiteness
maybe get lucky
again
first for me
later
for you.
Meu Natal com Charles
while all the fear of the wasted yearslaughs between my toesno woman will live with meno Florence Nightingale to watch the Johnny Carson show with
if I have a stroke I will lay here for sixdays, my three cats hungrily ripping the flesh from my elbows, wrists, head
the radio playing classical music ...
I promised myself never to write old man poems but this one's funny, you see, excusable, be-cause I've long gone past using myself and there's still more left
here at 3 a.m. I am going to take this sheet from the typer
pour another glass and insert
make love to the fresh new whiteness
maybe get lucky
again
first for me
later
for you.
Meu Natal com Charles
terça-feira, 23 de dezembro de 2008
Sobras
você precisa ser chamado carinhosamente por todos
e eu só tenho um áspero sobrenome
você artista que é precisa de palco
ou como bom jogador que diz ser, não é nada sem tabuleiro
e eu não quero se quer testemunhas
o muito quando eu peço, são as fichas na mesa
tudo o que preciso é do tamanho do meu bolso
eu sôo como uma farsa, porque nunca viu nada parecido
abismou-se com a genialidade dos meus defeitos, com a doçura das minhas loucuras
que chega doer
isso explica a necessidade dos mitos
eu já não penso em gastar meu vestido na sua festa de gato pingado
no seu reinado de donzelas eu jamais chegaria perto, não suporto esse cheiro
meus sapato são bons, os melhores e os mais bonitos
eles vão alem, aguentam a minha longa caminhada
e em rumo pra la da terra do sol nascente interrogariam-me
como haveria de existir um rei, se nunca ouve majestade?
você se acostumou com as suplicas da volta
e eu peco que venha
eu desejo, porem não espero
porque meu tempo e tão precioso tanto o seu
mas minha paixão essa não, não tem preço
e pra você ela foi a delivery
mas o endereço estava incompleto
e ela voltou ainda quente
e eu só tenho um áspero sobrenome
você artista que é precisa de palco
ou como bom jogador que diz ser, não é nada sem tabuleiro
e eu não quero se quer testemunhas
o muito quando eu peço, são as fichas na mesa
tudo o que preciso é do tamanho do meu bolso
eu sôo como uma farsa, porque nunca viu nada parecido
abismou-se com a genialidade dos meus defeitos, com a doçura das minhas loucuras
que chega doer
isso explica a necessidade dos mitos
eu já não penso em gastar meu vestido na sua festa de gato pingado
no seu reinado de donzelas eu jamais chegaria perto, não suporto esse cheiro
meus sapato são bons, os melhores e os mais bonitos
eles vão alem, aguentam a minha longa caminhada
e em rumo pra la da terra do sol nascente interrogariam-me
como haveria de existir um rei, se nunca ouve majestade?
você se acostumou com as suplicas da volta
e eu peco que venha
eu desejo, porem não espero
porque meu tempo e tão precioso tanto o seu
mas minha paixão essa não, não tem preço
e pra você ela foi a delivery
mas o endereço estava incompleto
e ela voltou ainda quente
segunda-feira, 22 de dezembro de 2008
Acetaminophen pra sarar a dor
talvez
um dia a mochila caia
os aviões pairem
o gelo seque
sequem as loucuras
talvez
e os ponteiros cruzem
as identidades desconhecidas toquem
numa madrugada qualquer
uma voz reconhecida
uma promessa
talvez
as pipas subam
a chuva até estremeça
o calor abrace as dores
das mãos torcidas
dos tornozelos entortados
do pó dissipado
no coração mais agoniado
talvez
a mente enfraqueça
das teimosias mais impertinentes
do olhar para o mar mais incompreensivo
o falar longamente da raiva incontida
talvez
a raiva mais compassiva
o cuidar gratuito
o sermão mais inteligente
talvez
a tarde imaginada
os gatos rolando como bolas de lã
como num poema perdido
talvez
eu não me mate
e você não morra
talvez
um dia de um final de primavera
a via láctea brilhe menos
as dores doam menos
a embriaguez extrema
a idiotice extrema da distância
os painéis estrangulados do tempo
talvez
os pesadelos se apaguem
a razão do sonho nunca é racional
talvez
o aprendizado do mistério
deixe de ser coisa de profissional
da dor e do silêncio
dos surtos inúmeros
de uma mente em curto-circuito
talvez
ah, talvez
talvez é uma palavra
substituta das reticências
talvez
você ignore
você gema
você gargalhe
o fundo será sempre mais cinzento
os aeroportos mais vazios
o gato se cale
a rua barulhenta suspenda tudo
para enxergar o silêncio
que escorrega pelas janelas
imagine tinas de águas mornas
e bolsas de gelo
talvez tudo seja em vão
talvez
não.
um dia a mochila caia
os aviões pairem
o gelo seque
sequem as loucuras
talvez
e os ponteiros cruzem
as identidades desconhecidas toquem
numa madrugada qualquer
uma voz reconhecida
uma promessa
talvez
as pipas subam
a chuva até estremeça
o calor abrace as dores
das mãos torcidas
dos tornozelos entortados
do pó dissipado
no coração mais agoniado
talvez
a mente enfraqueça
das teimosias mais impertinentes
do olhar para o mar mais incompreensivo
o falar longamente da raiva incontida
talvez
a raiva mais compassiva
o cuidar gratuito
o sermão mais inteligente
talvez
a tarde imaginada
os gatos rolando como bolas de lã
como num poema perdido
talvez
eu não me mate
e você não morra
talvez
um dia de um final de primavera
a via láctea brilhe menos
as dores doam menos
a embriaguez extrema
a idiotice extrema da distância
os painéis estrangulados do tempo
talvez
os pesadelos se apaguem
a razão do sonho nunca é racional
talvez
o aprendizado do mistério
deixe de ser coisa de profissional
da dor e do silêncio
dos surtos inúmeros
de uma mente em curto-circuito
talvez
ah, talvez
talvez é uma palavra
substituta das reticências
talvez
você ignore
você gema
você gargalhe
o fundo será sempre mais cinzento
os aeroportos mais vazios
o gato se cale
a rua barulhenta suspenda tudo
para enxergar o silêncio
que escorrega pelas janelas
imagine tinas de águas mornas
e bolsas de gelo
talvez tudo seja em vão
talvez
não.
sexta-feira, 19 de dezembro de 2008
quinta-feira, 18 de dezembro de 2008
Cartas
"Fujo para longe de ti,evitando-te como a um inimigo, mas incessantemente te procuro em meu pensamento. Trago tua imagem em minha memória e assim me traio e contradigo,eu te odeio, eu te amo."
Carta de Abelardo a Heloísa.
"É certo que quanto maior é acausa da dor, maior se faz a necessidade de para ela encontrar consolo, e este ninguém pode me dar, além de ti. Tu és a causa de minha pena, e só tu podes me proporcionar conforto. Só tu tens o poder de me entristecer, de me fazer feliz ou trazer consolo."
Carta de Heloísa a Abelardo
Carta de Abelardo a Heloísa.
"É certo que quanto maior é acausa da dor, maior se faz a necessidade de para ela encontrar consolo, e este ninguém pode me dar, além de ti. Tu és a causa de minha pena, e só tu podes me proporcionar conforto. Só tu tens o poder de me entristecer, de me fazer feliz ou trazer consolo."
Carta de Heloísa a Abelardo
quinta-feira, 11 de dezembro de 2008
Leia, e se possivel .... veja
quarta-feira, 26 de novembro de 2008
qualquer voce
sem pontuacao
sem reacao
sem acentos
virgulas
pontos
sem emocao
sem pausas
e se voce fosse uma carona
na hora que eu chegasse no meu destino
eu pudesse dizer
tchau e muito obrigada
e um porre talvez
uma bela ressaca
daquelas que se cura com uma outra dose
ou com o dedo na garganta
pronto! seria otimo
sem mais voce em mim
acabou! tudo pra fora
sem mais voce em mim
seria um alivio e um vazio sem fim
e se voce pudesse ser qualquer coisa
menos voce?!
sem reacao
sem acentos
virgulas
pontos
sem emocao
sem pausas
e se voce fosse uma carona
na hora que eu chegasse no meu destino
eu pudesse dizer
tchau e muito obrigada
e um porre talvez
uma bela ressaca
daquelas que se cura com uma outra dose
ou com o dedo na garganta
pronto! seria otimo
sem mais voce em mim
acabou! tudo pra fora
sem mais voce em mim
seria um alivio e um vazio sem fim
e se voce pudesse ser qualquer coisa
menos voce?!
terça-feira, 25 de novembro de 2008
rota Desfeita
esquecer para não lembrar
abstrair para respirar
não quero
escrever pra quem apaga
escrever pra quem não lê
pra quem pense
que são versinhos e rimas
porque não são, eu sei
eu desejei tudo pra ser seu meio
ser bela, amélia, cozinhar para seus amigos
desejei que a minha cidade fosse interessante
desejei meus cabelos de outra cor
desejei que a minha familia fosse polida
desejei estar no seu caminho
você confortável em mim
poderia ser a melhor ou melhor a cada musica
agora não quero
não quero nada
não quero mais não quero
hoje eu quase te esqueci e fiquei feliz
amanhã eu tentarei mais uma vez
talvez eu liguei pro garoto que conheci
enquanto comprava cigarro
que fumei pensando em ti
me deixa
deixa me
porque eu me deixei
me deixa só
só pra não mais sofrer
eu tinha uma vontade que esse amor me fez perder
domingo, 2 de novembro de 2008
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