Eu não me preocupo em morrer
Preocupo-me com o por do sol que eu não vi
Nem com as pessoas que não cheguei a conhecer
Mas as que eu conheço e não tive tempo de apreciar
Não me importo com os lugares do mundo
E sim, com o que eu senti nos picos onde passe e parei. Ou só passei
Não me ligo em nomes de Bandas, nem o ultimo álbum lançado.
Mas na energia de cada show.
Eu me importo comigo, sem egoísmo.
Talvez a vontade exagerada de ser uma pessoa melhor a cada dia. Torne-me pior
Talzes de perfeição me transformo Tao cheia de defeitos
E talvez...
Os drinks, sóbria
A chuva, seca
Talvez...
A simplicidade me deixa, deixe me complicada
O Amor, frustrada
A seguranca, medrosa
O doce, cada vez mais amarga e mais amarga.
A solidão, me deixa indestrutível e isso me deixa fraca....fraca...tao fraca
A caneta e o papel me emburrece
A musica, ensurdece
A indiferença, envaidece
E todas as realizacoes, me deixam vazia
Eu não me lembro de algum dia ter pulado de alegria
De ter gritado por alguma conquista
Mas chorei por coisa pouca, pelas muitas com o olhar fixado. As vi partir
Há quem me olhe e veja com alguns adjetivos com punhados de defeitos. E quando eu me olho,já não me vejo.
Será que eu mudei tanto que já não me reconheço mais? Será que eu continuo a mesma por tanto tempo. Que já e difícil me lembrar de como era mesmo?
Eu não lembro de quantos pontos finais coloquei e em quantas novas linhas eu comecei.
Mas eu sei que os antigos parafragos nunca acabam como eu realmente queria. Será que eu não sei escrever e isso implica no viver?
Minha caixa de souvenirs esta cheia e eu ainda não parei pra contar uma historia.